1-Primeiros Passos- Inserção
Social através da dança
O projeto pretende através do ensino da dança
e da abordagem transversal de alguns temas, contribuir para a inclusão
social de crianças em situação de vulnerabilidade
social, incluindo também ações com as famílias
das crianças envolvidas no projeto.
É realizado em parceria com a Prefeitura
Municipal de Diamantina, através da Secretaria de Cultura e Turismo
- Sectur, e a Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha
– FEVALE, através de sua Assessoria de Ação
Cultural. Esta parceria destina-se a: viabilizar a infra-estrutura adequada;
a implantação das atividades de formação;
viabilizar a estruturação da equipe pedagógica;
atuação conjunta nos processos de avaliação;
desenvolvimento de proposições de aperfeiçoamento
do processo de formação; implementação articulada
de estratégias de divulgação dos resultados e desenvolvimento
de sub-projetos de ampliação do acesso oferecido pelo
projeto.
2-Cinema no Banquinho
Em atividade em Diamantina desde maio de 2005, através
da parceria entre a Fevale e o Projeto Cinema BR em Movimento da Petrobrás,
o projeto integra a política de patrocínio cultural através
do programa Petrobrás Cultural e tem como objetivo aumentar o
alcance geográfico e social das produções audiovisuais
brasileiras ao ocupar novos espaços e principalmente, democratizar
o acesso aos bens pelas populações excluídas das
salas de cinema. O Projeto pretende abranger todos os bairros da cidade
de Diamantina e eventualmente atender a demandas de outras localidades.
Em sua versão para 2006, o projeto Cinema no Banquinho amplia
o seu quadro de parceria, obtendo uma importante participação
da Prefeitura Municipal de Diamantina através de sua Secretaria
Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio. Sendo assim, o projeto
se consolida como mais um espaço de lazer e fruição
para a cidade promovendo a difusão e exibições
de filmes de longa- metragem da mais recente produção
brasileira realizando sessões gratuitas em diversas comunidades
da cidade de Diamantina.

3- A Fevale na cidade-Circuito Periférico;
O Projeto já foi realizado duas vezes.
Objetiva o desenvolvimento de ações locais voltadas prioritariamente
para as periferias. A segunda edição do projeto, realizada
no período de março a maio de 2005, possibilitou o conhecimento
e aprofundamento sobre alguns aspectos culturais da cidade de Diamantina
e prioritariamente do bairro Rio Grande. Realizou através de
diferentes estratégias a mobilização e ativação
dos diversos segmentos sociais do bairro. O trabalho de campo que antecedeu
algumas atividades, compreendeu observações, entrevistas,
caminhadas, diagnósticos e encontros. Ao final, realizou-se um
evento de duração de 10 dias com cerca de 30 atividades
abrangendo as mais diferentes faixas etárias.Todas as atividades
co-promovidas pelas diversas organizações sociais do bairro
foram muito concorridas com grande presença dos moradores do
bairro e da cidade.
4-Circuito Cultural, a Fevale no Vale
O Circuito Cultural, a Fevale no Vale, é
um projeto a ser realizado anualmente durante o mês de julho,
nas regiões de abrangência da Fundação Educacional
do Vale do Jequitinhonha- Fevale. o projeto está previsto para
ser realizado durante 15 dias com uma programação diversificada
.
A primeira edição deste projeto foi realizada em julho
de 2004 e contou com a parceria das diversas prefeituras das cidades
envolvidas, assim com também, dos diversos grupos culturais participantes.
Os resultados obtidos com a realização deste primeiro
circuito demonstraram a necessidade de sua continuidade e a intenção
dos órgãos municipais de cultura de constituírem
um espaço integrado de discussão e realização
conjunta. A programação do primeiro circuito contou com
a participação de grupos e artistas locais, enriquecida
com a presença de grupos e artistas convidados e ainda a projeção
de uma filmografia brasileira em locais públicos.
5-Coral Menino na Janela
Desde o dia 12 de Maio de 2006 o Coral da Fevale
recebeu um novo nome, Menino da Janela. Foi escolhido pelos integrantes
do coral em homenagem ao músico diamantinense Anselmo Dayrell
Ferreira. A convite da pianista, regente do coral, Prof. Maria Eunice
Ribeiro Lacerda,Anselmo atua como co-repetidor do coral, contribuindo
para a formação de canto coral de várias pessoas
da comunidade. O Coral Menino da Janela, tem como característica
a diversidade sóciocultural e etária de seus integrantes,
além de ser constituído por pessoas que em sua maioria
não detêm uma formação musical formal.
Toda a geração que circulou pela Rua da Glória
na década de 80 pôde ter acesso aos belíssimos recitais
de piano que generosamente Anselmo fazia principalmente ao cair das
tardes diamantinas. Era comum, ele ter um aglomerado de pessoas a sua
escuta no beiral da janela, de onde poderia vê-lo sentado a frente
de seus companheiros ( a musica e o piano), de inserção
e projeção nesta sociedade. Anselmo é um grande
músico, de voz aguda e transparente, que naquela ocasião
participava ativamente dos festivais da canção e de outros
eventos musicais na cidade, participando inclusive como músico
convidado do espetáculo do cantor e compositor Milton Nascimento,
quando esteve em Diamantina. Além de ter seguramente contribuído
para que Diamantina leve o nome de cidade musical, Anselmo tem uma história
de vida vencedora e exemplar para muitos que se deparam com desafios
perante a vida. São por estes e outros motivos que hoje o coral
da Fevale, passa a se denominar Coral Menino na Janela, em homenagem
a este grande músico diamantinense.
6-Jequitinhonha sobre rodas-Ponto de Cultura itinerante
O Ponto de Cultura Itinerante Jequitinhonha sobre rodas,
pretende ser uma ferramenta cultural de registro e difusão das
práticas culturais da região do Jequitinhonha. Tem como
estratégia implantar um estúdio multimídia, (mesa
com dois canais de áudio, filmadora, gravador digital e dois
computadores que funcionarão como ilha de edição)
que permita produzir vídeos, colocar uma rádio no ar,
e uma página na internet, contando com software livre. A novidade
é a itinerância, pois todos os equipamentos serão
adaptados a um veículo móvel que transitará no
Vale do Jequitinhonha registrando e divulgando saberes que serão
cadastrados em um Banco de Dados. Atuando em interface com o Ponto de
Cultura já implantado em Diamantina, serão produzidos
materiais áudio visuais que retornarão às comunidades
de origem apresentando e discutindo o resultado dos registros efetuados.
Além disso, este Ponto de Cultura manterá a projeção
de filmes através de parceria já efetuada com o Cinema
BR em Movimento. O Projeto proporcionará a troca de experiências,
novas percepções sobre a cultura e garantirá a
participação formal das comunidades envolvidas diminuindo
a exclusão social e as distâncias geográficas do
Vale do Jequitinhonha.
7- Vale Digital-Telecentro comunitário
O Telecentro Vale Digital foi viabilizado através de uma parceria
com a Fundação Banco do Brasil e a comunidade. Possui
10 computadores reciclados e em funcionamento através do uso
de software livres. As máquinas foram grafitadas pelos jovens
do Ponto de Cultura, Deivison Inácio Ferreira, o Zumbi, e Edson
Cardoso Vieira, o Boca.O equipamento funciona no Ponto de Cultura da
Fevale “Nas Trilhas da Cidadania Cultural” (Antigo Teatro
São Vicente, localizado à Rua da Glória, s/n, centro,
Diamantina). O Telecentro tem o apoio do Núcleo de Tecnologia
da Fevale e do Provedor Jknet.
8- Ponto de Cultura Nas trilhas da cidadania cultural
O Ponto de Cultura
O Projeto nas trilhas da cidadania cultural –
Ponto de Cultura, é um projeto em parceria com o Ministério
da Cultura-MInc viabilizado através de edital público.
“O Ponto de Cultura é a ação prioritária
do Programa Cultura Viva/Minc e articula todas as suas demais ações.
Ele é a referência de uma rede horizontal de articulação,
recepção e disseminação de iniciativas e
vontades criadoras.” O Projeto Nas trilhas da cidadania cultural
pretende contribuir para a inclusão sócio-político
e cultural dos grupos de Hip Hop, capoeira e percussão da cidade,
possibilitando-lhes o acesso a atividades de fruição,
formação e produção artístico-cultural,
assim como, incentivando a interação, a troca, o diálogo
e produção criativa de suas práticas culturais.
Benefícios:
1. Implantação de
um núcleo de vídeo possibilitando a capacitação
para o uso da tecnologia videográfica e a sua posterior utilização
no fortalecimento da cultura regional e comunitária.
2. Aperfeiçoamento estético, interação e
articulação política dos grupos de Hip Hop, fortalecendo-os
para a conquista de maior inserção no cenário sócio-
cultural da cidade.
3. Ampliação do domínio da linguagem percussiva
dos grupos de percussão, provocando a interação
e as trocas entre uns e outros.
4. Valorização dos grupos de capoeira, potencializando
o trabalho de formação sócio-cultural desenvolvido
por eles.
5. Desenvolvimento de uma percepção mais integradora sobre
as diversas culturas produzidas na cidade.
6. Aperfeiçomento da performance artística dos grupos
e da competência de produção cultural, contribuindo
para a sua inserção no mercado cultural.
7. Empoderamento dos grupos visando o exercício de sua cidadania
cultural.
9-Projeto Quenda
O Projeto Quenda foi selecionado via edital no concurso
público de fomento às Expressões das Culturas Populares,
publicado pelo Ministério da Cultura - MINC no ano de 2005. Está
sendo realizado pelas seguintes instituições, MINC, Associação
dos Congados da Irmandade do Rosário do Serro e Assessoria de
Ação Cultural da Fundação Educacional do
Vale do Jequitinhonha – Fevale. Este projeto tem como objetivo
geral fomentar o reconhecimento e valorização das práticas
de culturas populares do Vale do Jequitinhonha contribuindo para a geração
de políticas de inclusão e desenvolvimento sócio
cultural dos sujeitos e entidades envolvidas.
I Encontro dos Tamborzeiros do Rosário
do Vale do Jequitinhonha – Dias 25 e 26 em Virgem da Lapa
O I Encontro dos Tamborzeiros do Rosário,
tem sido construído de maneira participativa juntamente com os
06 grupos de tamborzeiros, irmandades do Rosário e órgãos
de cultura das cidades envolvidas. Desde o mês de Agosto deste
ano, foram feitos vários encontros com os referidos sujeitos
visando realizar um diagnóstico participativo da situação
de cada grupo. Espera-se que o referido encontro seja um espaço
de trocas, de revigoramento da memória, de reconhecimento da
importância de seus agentes e fortalecimento de suas identidades.